
A Estátua de Zeus em Olímpia -Grécia
A estátua de Zeus na cidade de Olímpia, foi construída por volta de 450 a.C., em homenagem ao principal deus grego, pelo escultor e arquiteto grego Fídias.
Construída em estilo dórico, com 12 metros de altura, era revestida de marfim, ébano, ouro e pedras preciosas.
Zeus está sentado em um trono, sobre sua cabeça uma representação de uma coroa de ramos de oliveira, na mão esquerda segurava um centro, sobre o qual havia a escultura de uma águia e na mão direita, uma escultura da deusa da vitória.
Em 170 a.C., um terremoto abalou o templo e a estátua. O monumento foi restaurado, mas no século IV sofreu novo ataque, quando o imperador Constantino de Bizâncio determinou que fosse retirado todo o ouro que decorava o templo.
Transferida para Bizâncio em 420, foi destruída por um incêndio em 475.

O Colosso de Rodes - Grécia
O Colosso era uma imensa escultura em homenagem ao deus grego Hélios, deus do Sol.
Construída entre 292 e 280 a.C., no acesso à ilha de Rodes, no mar Mediterrâneo. A estátua media 33 metros de altura e sua estrutura era de ferro e a base de mármore. Foi o escultor Carés de Lindos quem finalizou a obra em 280 a.C.
Em 226 a.C., um terremoto derrubou a maior parte da estátua, que ficou no chão até 654, quando seu bronze foi retirado pelos árabes que saquearam a ilha.

O Mausoléu de Halicarnasso - Turquia
O mausoléu foi uma homenagem que a rainha Artemísia II, mandou construir, em 353 a.C., para o túmulo de seu irmão e esposo, o rei Mausolo.
O rei Mausolo, era sátrapa da província de Cária, governou entre 377 e 353 a.C., e vivia em Halicarnasso na Turquia.
A construção tinha forma retangular (40x30 metros) e 50 metros de altura, foi obra de dois arquitetos gregos Sátiro e Pítis. Era decorado com esculturas e estátuas em bronze.
O termo "mausoléu", passou com o tempo a significar um monumento em memória dos mortos.
O mausoléu foi destruído por um terremoto entre os séculos XI e XV. Partes do que restou do monumento estão no Museu Britânico, em Londres e também em Bodrum, na Turquia.
Os Jardins Suspensos da Babilônia - Iraque
Os Jardins Suspensos da Babilônia, foram construídos no século VI a.C., na antiga Babilônia, hoje, sul do Iraque.
O rei Nabucodonosor (604-562 a.C.), teria mandado construir o monumento em homenagem a uma de suas esposas preferidas, Amitis, que sentia saudades das montanhas de sua terra natal.
Uma escadaria de mármore dava acesso aos terraços, construídos sob seus montes de terras artificiais, que eram apoiados em colunas, onde havia vários tipos de árvores e flores conhecidas na época e alamedas de palmeiras.
Não foram encontrados vestígios que comprovem sua existência nem se sabe em que época desapareceu.
O rei Nabucodonosor (604-562 a.C.), teria mandado construir o monumento em homenagem a uma de suas esposas preferidas, Amitis, que sentia saudades das montanhas de sua terra natal.
Uma escadaria de mármore dava acesso aos terraços, construídos sob seus montes de terras artificiais, que eram apoiados em colunas, onde havia vários tipos de árvores e flores conhecidas na época e alamedas de palmeiras.
Não foram encontrados vestígios que comprovem sua existência nem se sabe em que época desapareceu.
Entre as sete maravilhas do mundo antigo, as mais antigas são as grandes pirâmides de Gizé, e as únicas que sobreviveram ao tempo.
Foram construídas entre 2650 a 2500 a.C., na planície de Gizé, para servirem de sepulturas dos faraós: Quéops, Quéfren e Miquerinos. A pirâmide de Quéops, a maior, tinha 228 metros de cada lado na base e 148 metros de altura.
Foram construídas entre 2650 a 2500 a.C., na planície de Gizé, para servirem de sepulturas dos faraós: Quéops, Quéfren e Miquerinos. A pirâmide de Quéops, a maior, tinha 228 metros de cada lado na base e 148 metros de altura.
templo construído em homenagem à deusa Ártemis, deusa grega da caça, localizava-se em Éfeso, na atual Turquia.
Sua construção se deu por volta de 550 a.C., obra do arquiteto cretense Quersifrão e de seu filho Metagenes.
A construção do templo levou cerca de 200 anos para ser concluída. Media 129,5 metros de comprimento por 68,75 metros de largura. Era rodeada por 127 colunas de mármore de 18 metros de altura, em estilo jônico.
No seu interior abrigava a imagem da deusa Ártemis, em ébano, ouro, prata e pedra e esculturas de bronze de Praxíteles.
Em 356 a.C., foi incendiado por Eróstrato. Levou 20 anos para ser reconstruído, mas sofreu nova destruição em 262 a.C., pelos godos.
Restaram algumas esculturas e objetos que pertencem hoje ao Museu Britânico, em Londres.
Sua construção se deu por volta de 550 a.C., obra do arquiteto cretense Quersifrão e de seu filho Metagenes.
A construção do templo levou cerca de 200 anos para ser concluída. Media 129,5 metros de comprimento por 68,75 metros de largura. Era rodeada por 127 colunas de mármore de 18 metros de altura, em estilo jônico.
No seu interior abrigava a imagem da deusa Ártemis, em ébano, ouro, prata e pedra e esculturas de bronze de Praxíteles.
Em 356 a.C., foi incendiado por Eróstrato. Levou 20 anos para ser reconstruído, mas sofreu nova destruição em 262 a.C., pelos godos.
Restaram algumas esculturas e objetos que pertencem hoje ao Museu Britânico, em Londres.
Primeiro farol do mundo foi construído em 280 a.C., na ilha de Faros na baia da cidade de Alexandria, no Egito, durante o governo do rei PtolomeuII.
A torre do farol, que media aproximadamente 150 metros de altura, foi construída de pedra com revestimento em mármore branco, obra do arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido.
O farol servia para orientar os navegantes à noite, irradiando um facho de luz que alcançava a distância de 50 km. À noite, a chama era alimentada com óleo e de dia, pelos raios solares, que eram refletidos por meio de ferro ou bronze polido.
O termo "farol" que designa até hoje esse tipo de construção originou-se do nome da ilha de Faros (em grego, Pharos).
O farol de Alexandria foi destruído por um terremoto em 1375.
A torre do farol, que media aproximadamente 150 metros de altura, foi construída de pedra com revestimento em mármore branco, obra do arquiteto e engenheiro grego Sóstrato de Cnido.
O farol servia para orientar os navegantes à noite, irradiando um facho de luz que alcançava a distância de 50 km. À noite, a chama era alimentada com óleo e de dia, pelos raios solares, que eram refletidos por meio de ferro ou bronze polido.
O termo "farol" que designa até hoje esse tipo de construção originou-se do nome da ilha de Faros (em grego, Pharos).
O farol de Alexandria foi destruído por um terremoto em 1375.





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